terça-feira, 29 de maio de 2018

"O Enredo" - Castelo de Penela - 2 de junho, 21:30 horas



Integrado no programa "Coimbra Região de Cultura", “O Enredo” é um projeto cultural promovido pela Comunidade Intermunicipal Região de Coimbra e operacionalizado pela Rede de Castelos e Muralhas do Mondego.

“O Enredo” é um espetáculo criado à volta da figura de Sesnando Davides, governador de Coimbra na época moçárabe e figura marcante na preservação da paz e coexistência de vários povos e crenças nas margens do Mondego.

E é contemplando o Mondego, enquanto testemunha do que mais relevante aconteceu nesse território, que “O Enredo” conta uma estória da História com dança, teatro, música e artes circenses. «É um ponto de vista. E o que é um ponto de vista se não e apenas a vista que se tem a partir de um determinado ponto?...»

O espetáculo tem direção artística de André Varandas e interpretação de dez atores que representam cada um dos municípios que integram a Rede de Castelos e Muralhas do Mondego (Ansião, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Lousã, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Penela, Pombal e Soure).

Até setembro, “O Enredo” vai estar em digressão pelos municípios que integram a Rede de Castelos e Muralhas do Mondego.

CONTO contigo - 2 de junho



Um encontro de literacia familiarFoto de Biblioteca Municipal de Penela.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

História e Património - Ciclo de Seminários no CEHLR Salvador Dias Arnaut

História e Património: Ciclo de Seminários no Centro de Estudos de História Local e Regional Salvador Dias Arnaut - próximo sábado, 26 de maio. Tema: "As feiras de Penela no contexto das feiras medievais portuguesas" com a Prof. Dra. Maria Helena da Cruz Coelho (FLUC).

Feira Medieval de Penela - 25 a 27 de maio

Feira Medieval de Penela - próximo fim-de-semana!

terça-feira, 22 de maio de 2018

DIA DO AUTOR PORTUGUÊS

Hoje, Dia do Autor Português, uma menção especial para António Arnaut (1930-2018), patrono da nossa Biblioteca Municipal


Se Penso, Existo

Se penso, existo; se falo, existo para os outros, com os outros.
A necessidade é o lugar do encontro. Procuro os outros para me lembrar que existo. E existo, porque os outros me reconhecem como seu igual. Por isso, a minha vida é parte de outras vidas, como um sorriso é parte de uma alegria breve.
Breve é a vida e o seu rasto. A posteridade é apenas a memória acesa de uma vela efémera. Para que a memória não se apague, temos que nos dar uns aos outros, como elos de uma corrente ou pedras de uma catedral.
A necessidade de sobrevivência é o pão da fraternidade. 
O futuro é uma construção colectiva.

António Arnaut, in 'As Noites Afluentes'



segunda-feira, 21 de maio de 2018

VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DO CONTERRÂNEO


VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DO CONTERRÂNEO DR. ANTÓNIO DUARTE ARNAUT
António Duarte Arnaut foi sempre um Homem de Penela, um Homem nascido na Cumeeira como sempre fazia questão de referir, onde “as pessoas comiam o pão duro dos dias sem sol, viviam à míngua e morriam, em regra, sem assistência médica” …
Estes tempos ásperos que viveu – o filho do sapateiro, que se fez Ministro da Nação, Escritor, Advogado – forjaram o Homem que se tornou numa incontornável referência dos nossos dias.
O Homem de luta pelas causas em que se revia e que acreditava fundamentais para um mundo melhor. Um mundo em que os seus valores mais caros – Liberdade, Igualdade e Fraternidade – fossem além das palavras, num permanente combate às, muitas vezes consideradas, pequenas injustiças, porque como descreve nas Noites Afluentes: 
“Não me conformo com as pequenas injustiças. Aceito as grandes, porque são inevitáveis, como as catástrofes, e atestam a impotência dos deuses. Aquela criança, descalça, apenas precisava de uns sapatos. Se tivesse nascido sem pés, não era tão grande a minha revolta.” 
Foi nesta atitude de permanente inconformismo com as “pequenas injustiças” que construiu todo o seu percurso de vida, sustentado em elevados princípios de cidadania que sempre foram o seu guia de ação enquanto cidadão comprometido, advogado esclarecido, político destemido e escritor de invulgar sensibilidade.
A partida, hoje conhecida, do Dr. António Arnaut deste mundo dos vivos constitui uma perda irreparável para Penela, para Portugal e para o Mundo. Fica-nos a obra e fundamentalmente o grande exemplo de verticalidade, de princípios e de valores que sempre constituíram a matriz inalienável do seu percurso de vida.
Cabe-nos a todos, honrar esse legado e transmiti-lo, também pelo exemplo, às gerações vindouras.
A Câmara Municipal de Penela, reunida hoje em sessão ordinária, deliberou, por unanimidade, aprovar o presente voto de pesar pelo falecimento do conterrâneo Dr. António Duarte Arnaut, e manifestar profundas condolências á família e ao Partido Socialista de que foi fundador.


In: deliberação em sessão ordinária, da Câmara Municipal de Penela.


Faleceu, hoje, António Arnaut

António Arnaut, advogado, poeta, escritor e político, era natural da Cumeeira, no concelho de Penela, município que em 2016 atribuiu o seu nome à Biblioteca Municipal, num gesto de “homenagem ao homem e ao seu percurso de vida, à sua missão cívica na defesa da liberdade e na melhoria da qualidade de vida dos portugueses”, segundo adiantou então o presidente da Câmara Luis Matias.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS - 18 de maio

O Conselho Internacional de Museus (ICOM) escolheu o tema “Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos” para o Dia Internacional dos Museus 2018.
                                         ICOM DIM 2018 Poster Português



quinta-feira, 17 de maio de 2018

Dia Mundial da Internet - 17 de maio

Hoje é Dia Mundial da Internet. 
Deverá ser sempre um apelo à reflexão sobre as potencialidades e desafios das novas tecnologias na vida dos cidadãos e, uma oportunidade para repensar a salvaguarda da sua segurança versus o bom uso das novas ferramentas que se apresentam.
A data comemorativa foi estabelecida pela ONU Organização das Nações Unidas, em janeiro de 2006, como o Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação.



sexta-feira, 11 de maio de 2018

"Infancias - Aqui e além mar" de José Santos e José Jorge Letria


«Infâncias – Aqui e além mar», do brasileiro José Santos e do escritor português José Jorge Letria, é o melhor livro de Literatura em Língua Portuguesa de 2017. Ilustrações da portuguesa Cátia Vidinhas e do brasileiro Eloar Guazzelli.

Livro.DGLAB
«Infâncias – Aqui e além mar», do brasileiro José Santos e do escritor português José Jorge Letria, é o melhor livro de Literatura em Língua Portuguesa de 2017. Ilustrações da portuguesa Cátia Vidinhas e do brasileiro Eloar Guazzelli.
O livro foi apoiado pela DGLAB no âmbito do seu programa de apoio à ilustração e BD no estrangeiro.
Criada em 1968, a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil do Brasil é uma organização de promoção da leitura e do livro para os mais novos e, desde 1999, atribui anualmente prémios de reconhecimento dos melhores livros publicados no Brasil.
A entrega dos prémios da 44ª edição está marcada para 27 de junho, na abertura do 20.º Salão do Livro para Crianças e Jovens, organizado por aquela fundação.
Em anos anteriores, os prémios já distinguiram outros livros de autores portugueses como Afonso Cruz, José Samarago, Sophia de Mello Breyner Andresen e Ondjaki.
Em 2011, José Jorge Letria foi distinguido com aquele mesmo prémio com o livro de rimas "Avô, conta outra vez", ilustrado por André Letria.

Madalena Matoso -Ilustradora portuguesa

O livro "Não é nada difícil", de Madalena Matoso, foi reconhecido como uma das 30 melhores obras visuais e de ilustração de todo o mundo.
Parabéns à autora portuguesa!
A New York Rights Fair, que arranca no final do mês em Nova Iorque, escolheu as 30 melhores obras visuais de todo o mundo. Entre eles está "Não é nada difícil",…
P3.PUBLICO.PT

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Dia da Espiga!

Em DIA DA ESPIGA!
"Não sei que tem a luz da primavera,
Que me embebeda!
Será que eu bebo por telepatia
A alegria
Do vinho que há-de vir?
Embriagado ando, de certeza...
A cair,
Só de ver outro sol na natureza."
“Primeiro dia da primavera” in: Diário IV de Miguel Torga
Ilustração de A. Rey Colaço. Postal Ilustrado – anos 20 – séc. XIX

quinta-feira, 3 de maio de 2018

CONTO CONTIGO - um enconro de literacia familiar - 5 de maio


Dia Internacional da Liberdade de Imprensa


Dia 3 de maio - Dia Internacional da Liberdade de Imprensa. 

Este dia foi proclamado pela Assembleia Geral da ONU, em 1993, na sequência da recomendação aprovada na 26ª sessão da Conferência Geral da UNESCO, em 1991.
Ainda hoje, o direito à liberdade de expressão é violado. 
Em muitos países as publicações são censuradas, multadas, suspensas e encerradas, da mesma forma que jornalistas, redatores e editores são perseguidos, atacados, detidos e até assassinados.