"Desperta a palavra
que dorme intocada
no cerne de ti
para que a noite
saiba que o vento
canta a alegria
que nela colhi.
Desperta a palavra
oculta no sangue
que pulsa nas veias
para que o céu
saiba que a terra
canta o desejo
que nela semeias."
António Arnaut in: “As noites afluentes”.

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